Importações brasileiras do 1º quadrimestre/18: azeite de oliva sobe 37% e azeitonas de mesa têm recuo de 7%

terça-feira, Julho 31, 2018

Os movimentos das importações de azeites e azeitonas pelo Brasil, no 1º quadrimestre de 2018, tem acréscimos importantes. O azeite cresceu nesse período cerca de 37%, por outro lado houve recuo nas importações de azeitonas de mesa para o nosso país, que teve um decréscimo nesse mesmo período de 7% em relação ao ano anterior.

Por que temos a necessidade de trazer esses números ao público que nos lê? É importante e fundamental mostrarmos os movimentos do mercado de importação desses produtos para vermos como estamos inseridos dentro dele e o que isso representa em termos de ações e atividades que se pode desenvolver nesse segmento.

O  consumo é, para dizer o óbvio, o balizador do segmento, mostra seu potencial seus movimentos e onde se pode fazer inserções importantes para melhorá-lo em todos os sentidos. Por que dizemos isso tudo? Simples: em um país importador desses alimentos, como é o nosso caso, precisamos conhecer todo o processo para tentarmos  incluir melhorias na qualidade do  que importamos, no seu controle e na sua  distribuição.

Alimentos com essa carga de importância para a saúde, como é o caso do azeite de oliva, juntamente com o outro produto alimentício provindo da oliveira, que é a azeitona de mesa, queiram ou não fazem parte da culinária brasileira, com seus acréscimos, suas vantagens alimentares e  já estão inseridos em nossos costumes alimentares. Tratamos esses alimentos, repetimos,  como importantes e saudáveis. Precisamos tê-los nessa condição. Para exigirmos que eles venham de uma certa forma a atingir nossas expectativas alimentares, há essa necessidade de se conhecer o volume de importação dos mesmos.

Quem de nós sabe hoje em dia qual o nível de saudabilidade dos azeites de oliva? Quem de nós se importa com a sua qualidade  a não ser pela propaganda que vemos e ouvimos todos os dias sobre o mesmo nos meios de comunicação? Essa é a parte mais correta do processo? Claro que não. Quem de uma certa forma se preocupa em fazer algumas verificações simples quando compra esse produto? Quais são os nossos parâmetros de qualidade que levamos em consideração na hora de comprar? Será somente o grau de acidez? A marca do produto? O preço? Deverão ser esses nossos parâmetros de qualidade, se importamos muito e se somos o 2º maior nesse quesito em ambos os produtos para países não produtores ou que tenham produções insignificantes? Deveremos nós nos importar com essas questões? Elas são elementos informativos para quem nos vende?

Esses dados todos que  publicamos ou tentamos passar para quem nos lê são indícios de que devemos nos preocupar sim com o que está vindo para ser consumido pelos brasileiros. Precisamos mudar a nossa forma de verificar o que estamos levando para nossa mesa e para compor os alimentos de nossa famílias. Movimentos do mercado importador trazem a informação de que nós devemos exigir mais e e melhor  sobre a questão relacionada com o que está sendo vendido nos pontos de comércio.



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